O áudio e o vídeo estão em espanhol. Estas notas são uma tradução.
O Venture Capital corporativo cresceu muito nos últimos anos, mas a parte “corporativa” pode jogar contra, já que esses fundos tendem a cair em burocracia, processos de decisão longos e termos de investimento menos atraentes, que os afastam das melhores startups.
Para falar sobre isso, convidei Rodolfo Diek, Managing Partner da Proeza Ventures, fundo de Venture Capital corporativo que investe em startups de mobilidade e pertence ao Grupo Proeza, um grupo empresarial mexicano com 70 anos de experiência em negócios de agricultura, saúde e manufatura, incluindo a Metalsa, uma empresa líder na fabricação de autopeças.
Rodolfo e eu conversamos sobre:
- Quando faz e quando não faz sentido para uma corporação montar um fundo de venture capital
- Como preparar e desenhar um fundo de venture corporativo
- Como uma corporação pode atrair as melhores startups
- E sobre o momento certo para buscar investimento de um VC corporativo
Timestamps do Youtube*
[04:17] - Entrando no Ecossistema de CVC
- Como Rodolfo começou no mundo das startups e o que o levou a fazer parte da Proeza Ventures?
- O que motivou o Grupo Proeza a lançar um fundo de venture capital, considerando sua longa história corporativa?
- Qual é a diferença entre gerir o próprio fundo de venture capital e ser limited partner em outro fundo?
- Já que muitos fundos de VC se especializam em áreas específicas como mobilidade ou educação, como a Proeza Ventures aborda a exposição a essas indústrias?
[20:16] - Estratégias-Chave da Proeza Ventures
- O que significa sucesso para a Proeza?
- Como Rodolfo e as empresas do Grupo Proeza procuram selecionar as melhores startups para investir? Quais são os critérios de seleção?
- Que valor Rodolfo dá ao acesso a clientes, ao conhecimento de mercado, à validação de marca e aos canais de distribuição que o Grupo Proeza pode oferecer? E que ações tomaram para colocar esses recursos valiosos a serviço das startups em que investem?
[36:44] - O Papel de Rodolfo na Proeza
- Rodolfo foi recrutado de fora do núcleo familiar do Grupo Proeza para montar o fundo por causa da sua experiência na área. Como Rodolfo avalia ter sido recrutado por uma empresa tradicional para liderar seu fundo de venture capital?
- Rodolfo teria pensado em começar o próprio fundo de forma independente?
- Já consideraram ter outros parceiros estratégicos além do Grupo Proeza (do qual o fundo faz parte)?
[42:51] - Considerações Finais
- Por que uma startup deveria ou não buscar capital de uma corporação?
- Quais são as estratégias que Rodolfo observou nas startups do portfólio que melhor aproveitaram a relação com o Grupo Proeza?
Menções do Episódio
Você pode encontrar Rodolfo no LinkedIn
Livro Recomendado: O Dilema da Inovação, Clayton Christensen.
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