O áudio e o vídeo estão em espanhol. Estas notas são uma tradução.
Alejandro Diez Barroso é cofundador e sócio da DILA Capital.
A DILA foi investidora líder nas primeiras rodadas de unicórnios como Incode e Kushki, além de outras empresas como Crehana, Ben & Frank e Fairplay.
Neste episódio, conversamos sobre o que é a “Power Law”, ou lei de potência, e como Alejandro avalia a escalabilidade de um modelo de negócio
A indústria de Venture Capital é uma caixa-preta, e nesta entrevista fizemos um grande esforço para aprofundar em como um investidor toma decisões. Espero que gostem desta conversa com Alejandro, da Dila Capital
Timestamps do Youtube*
[1:06] - Intro ao Venture Capital, Empatia e Power Law
Alejandro foi estagiário na Dalus ou, como o fundo se chamava naquela época, Alta Ventures.
- Que aprendizados ele levou dessa primeira experiência como estagiário em um fundo de venture capital?
Nas avaliações 360 da DILA, ele sempre aparece como o mais bem avaliado da lista.
- Qual é o segredo dele?
Alejandro é uma pessoa empática
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Ele sempre teve empatia ou como a desenvolveu?
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Como ele avalia a empatia nos seus empreendedores?
Alejandro menciona várias vezes nas entrevistas e no blog o conceito de “Power Law”, ou lei de potência, que se aplica ao Venture Capital.
Talvez seja o conceito mais importante da teoria do capital de risco, mas na prática é muito difícil de entender para quem não é investidor.
- O que é Power Law e em que momento ele percebeu que é um conceito importante para o Venture Capital?
O sócio dele, Eduardo, contou que, quando começaram, investiram em modelos com menor necessidade de capital, mas de escala limitada e, portanto, de menor retorno.
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Alejandro explicou como era a tese de investimento quando a DILA começou
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Quais são as empresas em que se deve investir como VC?
[28:41] - Mercado Versus Time
“Escalabilidade” é um dos clichês das startups, e nos últimos 2 anos houve empresas como WeWork e Jokr que escalaram graças à injeção de centenas de milhões de dólares, mas que no fim das contas não eram realmente escaláveis.
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O que é escalabilidade para Alejandro? E como ele a avalia em um negócio?
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Que tamanho de mercado Alejandro busca para que essas empresas escaláveis possam aproveitar esse potencial e traduzi-lo em vendas?
Nos EUA, há várias histórias de startups que expandiram o seu mercado com sucesso. Elas começam em um nicho escolhido estrategicamente e pouco a pouco vão penetrando mercados adjacentes.
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Ele já viu isso acontecer na América Latina? E como incorpora isso na análise quando se trata de um mercado inicial pequeno?
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Entre time e mercado, que peso ele atribui a cada um ao investir em uma empresa?
[42:01] - Atualidade do Mercado de VC
Em 2021, Alejandro publicou um artigo sobre quanto capital se deveria captar.
Durante 2021 e 2022, ficou popular captar rodadas de milhões de dólares com um Power Point. Um movimento empurrado pela Y Combinator e por vários fundos dos EUA que chegaram à região e que hoje já foram embora.
- Como ele pensa o tamanho certo de uma rodada seed?
Dado o contexto de financiamento, sobretudo em estágio de crescimento.
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É um bom momento para captar? O que ele está aconselhando às suas empresas em relação aos objetivos de crescimento e rentabilidade?
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O que ele recomenda que um empreendedor prestes a captar pense antes de fazê-lo?
[51:40] - Rodada de Perguntas Rápidas
- O que ele gostaria de ter sabido quando começou como investidor de venture capital?
- Qual foi o livro mais influente na trajetória dele pelo mundo das startups?
- O que ele gostaria de mudar no mundo das startups na América Latina?
Menções do Episódio
Você pode encontrar Alejandro no LinkedIn
Livro Recomendado: The Hard Thing About Hard Things, de Ben Horowitz:
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